Trajetória
da Artista
Vera
Sandroni nasceu em São Paulo. De 1967-69 estudou
Letras na USP. De 1970 a 1979 a artista viveu no exílio,
primeiro no Chile, e depois em Bogotá, Colômbia,
onde formou-se em Comunicação.
Começou seus estudos em artes plásticas
trabalhando com escultura, gravura e desenho. Estudou
desenho, gravura e monotipia no ateliê de Ferez
Khoury (1986); integrou um ateliê coletivo de escultura
(de 1986 a 1989) e, em 1996, estudou no ateliê de
cerâmica de Sara Carone. Seguiu o curso de História
da Arte, de Rodrigo Naves.
Durante três anos (de 1987 a 1989) foi orientada
por Carlos Fajardo, com quem voltou a trabalhar no período
de 1997 a 1999, seguindo o Seminário sobre Teoria
da Arte Contemporânea.
No exterior, trabalhou com fotografia, realizando uma
mostra na Faculdade Jorge Tadeu Losano, em Bogotá,
Colômbia, 1975. Em 1986, participou da Coletiva
Arte e Ecologia, no saguão do Paço das Artes,
São Paulo. Realizou duas exposições
Individuais na Aliança Francesa, em 1998. Na mostra
Peliça de Algodão expôs os trabalhos
com estopa tingida e na mostra Templo Inabitado apresentou
uma Instalação com esculturas.
De 1991 a 1995, a artista ficou impossibilitada de trabalhar
com artes plásticas devido a um acidente. Durante
esse período escreveu um livro de poesia, Ampulheta,
ainda inédito. Traduziu Conversación al
Sur, de Marta Trava, Editora Brasiliense, e fez a adaptação
para o português moderno do livro O Cozinheiro Imperial,
pela editora Best Seller. |